O Alzheimer e outras doenças neurodegenerativas

hipertensão de intracraniana benigna

Kuhl descreve essa disseminação de proteínas defeituosas como um efeito dominó — uma vez que uma proteína se enovelou incorretamente, é apenas uma questão de tempo até que suas vizinhas também se enovelem. Mas como essas proteínas se enovelaram incorretamente e depois espalharam essa mutação ainda é um mistério. “O verdadeiro desafio é que a morte celular causada por proteínas tóxicas ocorre anos, se não décadas, antes que os primeiros sintomas comecem a aparecer”, diz Kuhl. Para compartilhar seus dados com outros laboratórios, Kuhl planeja criar um software de modelagem chamado Living Brain Project, que estará disponível para cientistas do mundo todo.

Dessa forma, os neurocientistas poderão aprender mais sobre a evolução dessas doenças e, eventualmente, identificar as proteínas malformadas antes que causem muitos estragos. Infelizmente, o Alzheimer e outras doenças neurodegenerativas não desaparecerão tão cedo. Kuhl descreve o impacto que este trabalho terá no futuro da medicina: Dado o envelhecimento da população, até meados do século 135 milhões de pessoas no mundo terão alguma forma de demência… Temos que encontrar novas maneiras de estimular a pesquisa em direção a diagnósticos e intervenções, e a modelagem computacional pode desempenhar um papel fundamental na identificação de novos alvos terapêuticos.

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